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Campus Ipojuca aprova seis projetos de extensão no PIBEX-2017

Conheça as iniciativas do Campus que terão apoio do Programa Institucional de Bolsas de Extensão, da Pró-Reitoria de Extensão
por publicado: 08/02/2017 16h37 última modificação: 09/02/2017 08h36

Ao longo de 2017, seis projetos desenvolvidos no Campus Ipojuca receberão apoio do Programa Institucional de Bolsas de Extensão (PIBEX) na condução de suas atividades.

Os projetos aprovados na seleção da Pró-Reitoria de Extensão cobrem áreas como difusão de ciência e cultura, aperfeiçoamento pedagógico e questões de gênero e diversidade. Eles são voltados tanto à comunidade acadêmica interna quanto a comunidades externas ao Campus que podem se beneficiar das atividades desenvolvidas aqui.

Veja aqui a lista dos programas e suas equipes, e saiba mais sobre cada um deles abaixo.

DIVERSIDADE EM DEBATE – O projeto “Cineclube Inclusão: o cinema como recurso pedagógico na perspectiva da inclusão social” tem por objetivo sensibilizar a comunidade acadêmica para questões étnico-raciais e de gênero, através da exibição de filmes e realização de debates sobre a temática. “O projeto visa promover entre os alunos e toda a comunidade o respeito às diferenças e à igualdade de direitos, por meio do cinema, que é um poderoso instrumento de cultura”, explica o coordenador do projeto, Leandro Paulo dos Santos. A ação de extensão faz parte do esforço do Núcleo de Estudos Afrobrasileiros e Indígenas do Campus (NEABI), fundado no ano passado.

Atividade do projeto de extensão "Captação de Estudantes..." divulga o curso de Construção Naval em escolas e empresas (out/2016)CAPTAÇÃO DE ESTUDANTES – Pelo segundo ano consecutivo, docentes do Campus executam o projeto “Captação de Estudantes do Ensino Médio para o Curso Técnico de Construção Naval”, divulgando o currículo e as atividades do curso de Naval do IFPE - Campus Ipojuca junto a estudantes de Ensino Médio e outros públicos interessados. O projeto também se preocupa com o combate à evasão, que se agravou no período de crise do setor. “No ano passado conseguimos ‘resgatar’ alguns estudantes desistentes, produzimos um filme divulgando o curso e participamos de congressos da área. Ainda iniciamos parceria com uma empresa siderúrgica e mostramos aos estudantes possibilidades reais de ascensão profissional”, diz o docente coordenador do projeto, Edson Fernando Pereira.

Oficina do projeto de extensão "Possibilidade de Uso das Tecnologias Digitais...", durante a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia(out/2016)TDICs EM SALA DE AULA -  O projeto “Possibilidades de Uso das Tecnologias Digitais na Educação Básica” também entra em seu segundo ano, oferecendo a professores e licenciandos da área de Química ideias e soluções para uso de tecnologias digitais da informação e comunicação (TDICs) em suas práticas pedagógicas. A inspiração para o projeto surgiu durante pesquisa de mestrado, que apontou deficiências de formação continuada, tempo e infraestrutura como empecilhos para o uso da tecnologia nas escolas. “A partir desses desafios, fiquei motivada em orientar estudantes do curso de Licenciatura, para planejarmos juntos minicursos voltados a licenciandos e docentes que atuam nos municípios do Cabo e Ipojuca”, explica a professora Maristela Andrade, coordenadora do projeto. “Nesta nova etapa, pretendemos produzir tutoriais e ampliar as opções de minicursos”.

ALFABETIZAÇÃO CIENTÍFICA -  “Alfabetização científica em uma turma multisseriada na perspectiva da inclusão social”: este projeto visa à realização de oficinas com conteúdos de Ciências para alunos do Anexo I da Escola Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, localizada em Vila Califórnia, próxima ao Campus Ipojuca. As turmas multisseriadas reúnem crianças de idades e séries diferentes do Ensino Fundamental.  “Foi relatada pela educadora da turma uma dificuldade em planejar e desenvolver atividades relacionadas a certos conteúdos previstos; daí surgiu a ideia de realizar oficinas com conteúdos de Ciências, em parceria com a docente responsável pelas turmas e com a participação de estudantes da Licenciatura em Química”, afirma a coordenadora do projeto, professora Yara Amorim. A ideia é que os estudantes da Licenciatura encontrem mais uma oportunidade para aplicar conhecimentos pedagógicos em sala de aula, e que os alunos da turma multisseriada desenvolvam um olhar crítico sobre a realidade e o interesse por Ciências. Outras docentes do Campus também compõem o projeto, que está aberto à participação de servidores e estudantes de todos os cursos.

Atividade do programa de extensão "Arte e Cultura:.." leva moradores de Vila Califórnia para visita guiada no Engenho Massangana (set/2016)CULTURA ACESSÍVEL – “O projeto ‘Arte e Cultura: uma proposta de inclusão’ é fruto do interesse em proporcionar acesso a espaços artísticos e culturais em nossa região, de modo a contribuir para a construção de experiências significativas às comunidades interna e externa ao Campus”, afirma a docente coordenadora do projeto de extensão, Luciene Lira de Souza. Este é o segundo ano da iniciativa, que já realizou um mapeamento dos interesses na comunidade de Vila Califórnia, vizinha ao Campus, e propiciou o acesso de moradores a espaços e atividades culturais em Ipojuca. Em 2017, o objetivo é intensificar as saídas do projeto e abrir a possibilidade para participação de estudantes do IFPE-Campus Ipojuca, onde o perfil dos cursos é majoritariamente industrial/científico e a ampliação da oferta de ações no campo das artes também se mostra pertinente.

QUESTÕES DE GÊNERO – O projeto “Articulando Gênero e Raça na Educação Técnica de Nível Médio: o caso das estudantes egressas do IFPE-Campus Ipojuca” foi avaliado com nota máxima (10) na seleção da Pró-Reitora de Extensão (Proext). Seu objetivo é mapear as relações de gênero nas trajetórias acadêmicas e profissionais das jovens egressas dos cursos técnicos do Campus Ipojuca. “Observamos a relevância de enveredar por estudos de gênero, que permitem uma série de questionamentos sobre nossas práticas enquanto docentes e técnico-administrativos de uma instituição de ensino técnico e tecnológico”, afirma a coordenadora do projeto, Danielle Ferreira. A ideia é ouvir as mulheres egressas do Campus sobre suas percepções em relação a questões de gênero e raça no contato com docentes e colegas, na participação em  espaços acadêmicos e na busca por estágio, entre outras situações. O projeto de extensão deve fortalecer a atuação do Núcleo de Estudos de Gênero e Diversidade do Campus Ipojuca (NEGED), fundado no ano passado, e oferecer subsídios para palestras, encontros pedagógicos e reuniões.

O que é extensão?

A Extensão é um eixo de atuação de instituições de ensino que  permite enriquecer o processo pedagógico e possibilitar meios para participação da comunidade no ambiente acadêmico e fora dele, intervindo de forma direta na realidade local. 

As práticas extensionistas podem se materializar em diferentes dimensões, tais como programas, projetos, eventos, cursos, visitas técnicas, estágios, internacionalização, acompanhamento de egressos, entre outras ações, todas amparadas no Plano Nacional de Extensão Universitária (PNE).