{"id":1430,"date":"2020-11-18T14:05:00","date_gmt":"2020-11-18T17:05:00","guid":{"rendered":"https:\/\/portal.ifpe.edu.br\/barreiros\/noticias\/exposicao-online-mulheres-na-fronteira-da-ciencia-e-da-educacao\/"},"modified":"2020-11-18T14:05:00","modified_gmt":"2020-11-18T17:05:00","slug":"exposicao-online-mulheres-na-fronteira-da-ciencia-e-da-educacao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/portal.ifpe.edu.br\/barreiros\/noticias\/exposicao-online-mulheres-na-fronteira-da-ciencia-e-da-educacao\/","title":{"rendered":"Exposi\u00e7\u00e3o online &#8220;Mulheres na Fronteira da Ci\u00eancia e da Educa\u00e7\u00e3o&#8221;"},"content":{"rendered":"\n<div property=\"rnews:articleBody\">\n<p>Com o intuito de firmar a import&acirc;ncia do dia 08 de mar&ccedil;o junto &agrave; comunidade acad&ecirc;mica do campus Barreiros do IFPE, a equipe do N&uacute;cleo de Estudos de G&ecirc;nero e Diversidade (NEGED) trabalhou na organiza&ccedil;&atilde;o da Semana da Mulher, que aconteceria entre os dias 16 e 20 de mar&ccedil;o de 2020. Infelizmente, devido &agrave; suspens&atilde;o das aulas decorrente da pandemia de COVID-19, o evento foi cancelado. Dentre as atividades previstas para a Semana estava a Exposi&ccedil;&atilde;o &ldquo;Mulheres que fazem o IFPE-Campus Barreiros&rdquo;, que pretendia retratar as servidoras docentes e t&eacute;cnico-administrativas do nosso campus e das colaboradoras terceirizadas. Al&eacute;m da participa&ccedil;&atilde;o atrav&eacute;s dos registros fotogr&aacute;ficos, as mulheres foram convidadas a responder duas quest&otilde;es &ldquo;como &eacute; ser mulher hoje em dia?&rdquo;&nbsp;e &ldquo;como &eacute; ser mulher no IFPE?&rdquo;.&nbsp;&nbsp;Com esta Exposi&ccedil;&atilde;o, o NEGED cumpre sua fun&ccedil;&atilde;o de alertar para as desigualdades sexual e de g&ecirc;nero existentes na sociedade e, inevitavelmente, tamb&eacute;m em nossa institui&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>A&nbsp;Semana Integrada de Pesquisa e Extens&atilde;o do IFPE Campus Barreiros, atividade vinculada&nbsp;&agrave;&nbsp;Semana Nacional de Ci&ecirc;ncia e Tecnologia&nbsp;(SNCT),&nbsp;surgiu como o momento ideal para o lan&ccedil;amento da exposi&ccedil;&atilde;o, agora em vers&atilde;o online aqui no site e nas m&iacute;dias sociais do Campus Barreiros. &ldquo;A ideia surgiu do tema da SNCT &ndash; &ldquo;Intelig&ecirc;ncia artificial: a nova fronteira da ci&ecirc;ncia brasileira&rdquo;. Estamos falando de&nbsp;fronteira, aqui entendida como um limite demarcado. O limite de que falamos diz respeito &agrave; presen&ccedil;a das mulheres na Ci&ecirc;ncia brasileira&rdquo;, explica o coordenador do NEGED e idealizador da exposi&ccedil;&atilde;o, Tiago Cargnin, professor de geografia do Campus Barreiros. Pesquisa feita pela ONG G&ecirc;nero e N&uacute;mero indica que, em 2015, apenas 5% das Bolsas de Produtividade em Pesquisa &ndash; N&iacute;vel 1A, a mais alta oferecida pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Cient&iacute;fico e Tecnol&oacute;gico (CNPQ), eram concedidas a mulheres, entre outros dados alarmantes que revelam a desigualdade de g&ecirc;nero presente tamb&eacute;m na pesquisa cient&iacute;fica brasileira.&nbsp;<\/p>\n<p>Nesse contexto, a exposi&ccedil;&atilde;o ganhou um novo t&iacute;tulo: &ldquo;<b>Mulheres na Fronteira da Ci&ecirc;ncia e da Educa&ccedil;&atilde;o &ndash; IFPE Campus Barreiros&rdquo;<\/b>. Os realizadores da exposi&ccedil;&atilde;o ressaltam, no entanto, que tanto as fotos quanto os textos s&atilde;o de mar&ccedil;o de 2020,&nbsp;&nbsp;qualquer elemento que pare&ccedil;a desatualizado se justifica por esse lapso temporal: algumas mulheres retratadas, inclusive, j&aacute; n&atilde;o integram mais o quadro de servidoras e colaboradoras do nosso campus, mas refletem o quadro de pessoal antes da pandemia.&nbsp;<\/p>\n<p>Naquele momento, 50 servidoras atuavam no campus, de um total de 173 profissionais, correspondendo apenas a 28,9% do total. Ou seja, as mulheres no campus Barreiros do IFPE s&atilde;o minoria, correspondem a menos de um ter&ccedil;o do quadro de pessoal ativo. Esse dado &eacute; percept&iacute;vel nos relatos, que evidenciam outro aspecto de uma minoria, como ressalta Tiago: &ldquo;Al&eacute;m da despropor&ccedil;&atilde;o entre homens e mulheres, chama-se a aten&ccedil;&atilde;o para situa&ccedil;&otilde;es de desconforto, para a participa&ccedil;&atilde;o de mulheres nos cargos de lideran&ccedil;a e para os desafios de se firmar na institui&ccedil;&atilde;o enquanto mulher professora, t&eacute;cnica, pesquisadora, extensionista, gestora ou colaboradora. Por outro lado, tamb&eacute;m se percebe a import&acirc;ncia da equidade salarial, da valoriza&ccedil;&atilde;o do trabalho realizado na institui&ccedil;&atilde;o, da igualdade de oportunidades dentro do Instituto e da possibilidade de ser refer&ecirc;ncia para outras mulheres, especialmente nossas estudantes&rdquo;.&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>O QUE &Eacute; SER MULHER? O QUE &Eacute; SER MULHER NO IFPE?<\/strong><\/p>\n<p><strong><br><\/strong><\/p>\n<p>&ldquo;Nascer mulher &eacute; um desafio em qualquer &eacute;poca, mas, hoje em dia, o desafio &eacute; um pouco intenso pela comunica&ccedil;&atilde;o e pelas redes de apoio que as mulheres encontram nas diversas redes sociais. Acaba deixando mais leves as dificuldades encontradas.<\/p>\n<div class=\"WordSection1\">\n<p>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;No IFPE, como &eacute; um espa&ccedil;o de educa&ccedil;&atilde;o e onde as desigualdades s&atilde;o respeitadas, ser mulher &eacute; como ser homem. Porque aqui todos s&atilde;o tratados de forma igual. Nunca senti preconceito, discrimina&ccedil;&atilde;o ou fui subjugada por ser mulher. Ministro aulas na &aacute;rea t&eacute;cnica dos cursos T&eacute;cnico em Agropecu&aacute;ria e Agroecologia e nunca fui impedida de realizar qualquer atividade.&rdquo;<\/p>\n<p style=\"text-align: right; \">&nbsp;<b>BIANCA SILVA TAVARES<br><\/b><i>Vit&oacute;ria da Conquista-BA<br><\/i><i>Docente, ingressou no IFPE em 01\/10\/2012<\/i><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&ldquo;N&atilde;o &eacute; ser bela, recatada e do lar&hellip;<br>E &eacute;, se assim quiser.<br>Mas &eacute; ainda se amar em primeiro lugar,<br>Ser ousada quando desejar e ser do mundo se o almejar conquistar.<br>&Eacute; entender que pode ser rocha ou ser &aacute;gua quando preciso for;<br>&Eacute; se autorrespeitar e ser dona de si,<br>Para ser verdadeiramente uma mulher inteira e feliz.&rdquo;<\/p>\n<p style=\"text-align: right; \"><b>DENISE MARIA DA SILVA<br><\/b><i>Recife-PE<br><\/i><i>T&eacute;cnica, ingressou no IFPE em 26\/08\/2019<\/i><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&ldquo;Eu amo ser mulher, ser m&atilde;e. <br>&Eacute; bom porque eu estou trabalhando, adoro o que eu fa&ccedil;o. Eu gosto de trabalhar aqui, de falar com o p&uacute;blico, de desejar um bom dia a todo mundo que chega.&rdquo;<\/p>\n<p style=\"text-align: right; \"><b>ELINE DA SILVA LINS<br><\/b><em>Barreiros-PE<\/em><br><em>Colaboradora no IFPE desde 2016<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&ldquo;Ser mulher hoje em dia &eacute; desafiador, exaustivo, complicado e, em muitas situa&ccedil;&otilde;es, perigoso e humilhante.<br>N&atilde;o &eacute; nada f&aacute;cil ser mulher numa sociedade machista em que o patriarcado est&aacute; t&atilde;o presente, em que a cada hora quatro mulheres s&atilde;o violentadas e a cada duas horas uma &eacute; morta violentamente no Brasil. E, pior ainda, onde a popula&ccedil;&atilde;o n&atilde;o se d&aacute; conta da gravidade desses n&uacute;meros! <br>N&atilde;o &eacute; nada f&aacute;cil ser mulher em um mundo onde a mulher &eacute; t&atilde;o cobrada, julgada, manipulada, ridicularizada, humilhada e desvalorizada. Sendo que, como disse a terapeuta Efu Nyaki, &lsquo;metade do mundo s&atilde;o mulheres e a outra metade, os filhos delas&rsquo;.<br>Apesar de sermos mulheres fortes, inteligentes, determinadas, que lutam diariamente para sobreviver a tudo isso; apesar de campanhas e incentivos que v&aacute;rias organiza&ccedil;&otilde;es realizam valorizando a mulher, ainda &eacute; pouco para uma mulher conseguir viver em paz e com sua verdadeira liberdade.<br>No IFPE, dos meus 14 aos 16 anos, minha experi&ecirc;ncia de ser aluna mulher foi bastante tranquila e satisfat&oacute;ria. Acredito que tenha sido porque a maioria dos docentes que me ensinaram eram mulheres, tanto no curso do Ensino M&eacute;dio quanto nos cursos T&eacute;cnicos. Fui bastante respeitada, incentivada e desafiada a ser cada dia melhor, como pessoa e como profissional. <br>J&aacute; como servidora mulher do IFPE, a experi&ecirc;ncia n&atilde;o tem sido agrad&aacute;vel nesse aspecto. Nesses meus 10 anos sofri e presenciei muitos casos de machismo, tanto de alunos como de colegas de trabalho, principalmente de superiores e gestores. Apesar de n&atilde;o estar expl&iacute;cito, percebo bastante dificuldade em ver a fala de uma mulher ser ouvida, respeitada e validada no meio institucional, principalmente na &aacute;rea t&eacute;cnica e se essa mulher estiver em cargo inferior hierarquicamente. <br>Nesse per&iacute;odo notei avan&ccedil;os, resultado dos esfor&ccedil;os de servidoras e servidores engajados com esse assunto, mas ainda falta muito para que todas as servidoras tenham seus potenciais profissionais realmente valorizados e aproveitados para o bem do Instituto.&rdquo;<\/p>\n<p style=\"text-align: right; \"><b>ESTHERFANY EVRY DA SILVA OLIVEIRA<br><\/b><i>Porto Calvo-AL<br><\/i><i>T&eacute;cnica, ingressou no IFPE em 18\/08\/2010<\/i><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&ldquo;&Eacute; ser resist&ecirc;ncia sobretudo. &Eacute; lutar por um espa&ccedil;o de equidade, protagonismo, desconstru&ccedil;&atilde;o de pap&eacute;is de g&ecirc;nero, machismo e misoginia. E almejar por um tempo em que a gente n&atilde;o precise lutar tanto para ter nossos direitos e nossa exist&ecirc;ncia respeitada.<br>Estou descobrindo o que &eacute; ser mulher no IFPE&hellip; No nosso campus a primeira coisa que chamou a aten&ccedil;&atilde;o foi a presen&ccedil;a majorit&aacute;ria de homens. Ent&atilde;o eu diria, com a pouca experi&ecirc;ncia que eu tenho, que ser mulher no IFPE Barreiros &eacute; lutar por um espa&ccedil;o mais plural, onde as mulheres assumam mais lugares e tenham mais poder de decis&atilde;o.&rdquo;<\/p>\n<p style=\"text-align: right; \"><b>FERNANDA PAULA DOS SANTOS CASTRO<br><\/b><i>Igarassu-PE<br><\/i><i>T&eacute;cnica, ingressou no IFPE em 28\/01\/2020<\/i><\/p>\n<p>&nbsp;<b>&nbsp;<\/b><\/p>\n<p><b>&nbsp;<\/b><\/p>\n<p>&ldquo;Apesar de termos conquistado espa&ccedil;os na sociedade e no mercado trabalhista, ainda &eacute; tarefa da mulher ser respons&aacute;vel pela casa e pelos filhos. S&atilde;o tarefas que disp&otilde;em de muito tempo e que n&atilde;o s&atilde;o exatamente compartilhadas, &eacute; uma carga muito pesada nos nossos ombros e ainda somos cobradas pela sociedade para estarmos impec&aacute;veis, vivendo um padr&atilde;o de beleza quase inalcan&ccedil;&aacute;vel. Apesar de todas as in&uacute;meras conquistas ao longo dos anos, ainda h&aacute; uma desigualdade enorme, existe uma lacuna que a sociedade machista insiste em n&atilde;o enxergar. Estamos sempre lutando para conquistar o &oacute;bvio.<br>Ser mulher no IFPE? Ainda somos minoria entre os principais dirigentes.&rdquo;<\/p>\n<p style=\"text-align: right; \"><b>FRANCINALVA CORDEIRO DE SOUZA<br><\/b><i>Milagres-CE<br><\/i><i>Docente, ingressou no IFPE em 29\/10\/2019<\/i><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p>&ldquo;&Eacute; algo muito desafiador, ainda mais quando voc&ecirc; &eacute; divorciada, pois por mais que voc&ecirc; busque o seu espa&ccedil;o, seja ele qual for, muitas pessoas te olham torto por voc&ecirc; n&atilde;o ser casada, ou por ter aberto m&atilde;o de um casamento. <br>Parece que para a sociedade voc&ecirc; s&oacute; &eacute; algu&eacute;m se tiver um homem ao seu lado e n&atilde;o &eacute; bem assim! <br>N&atilde;o preciso de um homem ao meu lado para me sentir mulher! <br>Diante de um cen&aacute;rio t&atilde;o machista, voc&ecirc; acaba tendo que ser um pouco macho!&rdquo;<\/p>\n<p style=\"text-align: right; \"><b>HIELLY SALES DIAS&nbsp;<br><\/b><i>Parna&iacute;ba-PI<br><\/i><i>Docente, ingressou no IFPE em 15\/08\/2019<\/i><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>&nbsp;<\/b><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&ldquo;Apesar de toda a viol&ecirc;ncia ainda cometida contra as mulheres, acredito que ao longo dos tempos tivemos e temos conseguido, com muita luta, muitas vit&oacute;rias. <br>A minha sensa&ccedil;&atilde;o &eacute; de realiza&ccedil;&atilde;o pessoal e profissional. Ap&oacute;s um &aacute;rduo caminho percorrido, considero que sou VITORIOSA.&rdquo;<\/p>\n<p style=\"text-align: right; \"><b>H&Eacute;LIDA MARIA GOMES DE MELO<br><\/b><i>Caruaru-PE<br><\/i><i>Docente, ingressou no IFPE em 02\/01\/2003<\/i><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&ldquo;&Eacute; ter delicadeza e sensibilidade misturadas com garra e determina&ccedil;&atilde;o para lutar por seu espa&ccedil;o na sociedade. <br>&Eacute; ser acolhida e incentivada no seu ambiente de trabalho.&rdquo;<\/p>\n<p style=\"text-align: right; \"><b>JAMILLE MENDON&Ccedil;A REINALDO<br><\/b><i>Aracaju-SE<br><\/i><i>T&eacute;cnica, ingressou no IFPE em 03\/02\/2020<\/i><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&ldquo;Pergunta dif&iacute;cil, pois nos obriga a estabelecer comparativos, a olhar para o passado. Buscamos na mem&oacute;ria o que era ser mulher ontem, para ent&atilde;o pensarmos no hoje.<br>Da mem&oacute;ria, vejo a vida das minhas av&oacute;s, da minha m&atilde;e: a inf&acirc;ncia e juventude submetidas aos mandos e desmandos dos pais, aos limites impostos pela sociedade, liberdade muito restrita, pois nem mesmo o direito a estudar havia. Com o casamento, cada uma a sua maneira, desdobrando-se nos cuidados com os filhos, com o marido, com a casa, e aguentando muitas vezes atitudes desprez&iacute;veis dos respectivos maridos.<br>Mudan&ccedil;as t&ecirc;m acontecido com o tempo.<br>Hoje, n&oacute;s, mulheres, podemos exercitar um pouco mais da chamada liberdade, a depender da ra&ccedil;a e classe, do lugar que moramos, da fam&iacute;lia e dos direitos exercidos: frequentar as escolas; dizer sim ou n&atilde;o ao casamento; dizer sim &agrave; separa&ccedil;&atilde;o e div&oacute;rcio; direito a votar e ser votada; direito &agrave; propriedade, a frequentar lugares p&uacute;blicos desacompanhadas de pais, irm&atilde;os, tios ou maridos; podemos usar cal&ccedil;as compridas, saias curtas, shorts, camisetas, biqu&iacute;nis&hellip; podemos morar ou viajar sozinhas!<br>Entretanto, muitas liberdades duramente conquistadas ainda nos s&atilde;o muito caras, porque precisamos o tempo todo justificar nossas a&ccedil;&otilde;es &agrave; sociedade hip&oacute;crita, que nos julga por sermos solteiras, separadas, se frequentamos escolas ou lugares p&uacute;blicos como bares, ou at&eacute; mesmo o carnaval! Somos julgadas se temos filhos ou n&atilde;o, se usamos determinadas roupas&hellip; se professamos nossos pensamentos. Precisamos ter o m&aacute;ximo de cuidado se moramos sozinhas, se sa&iacute;mos sozinhas, se viajamos sozinhas!<br>Para mulheres negras, a situa&ccedil;&atilde;o foi e &eacute; ainda pior.<br>A sociedade hip&oacute;crita quer nos colocar numa caixinha para que sejamos submissas, que aceitemos caladas as variadas formas de opress&atilde;o e de controle, de nossos corpos e de nossas vidas!<br>O corpo feminino ainda &eacute; visto como objeto de uso e abuso do sexo, da reprodu&ccedil;&atilde;o, do cuidar do lar, e por que n&atilde;o dizer da servid&atilde;o?<br>Somos julgadas por sermos feministas por quem nem sabe o que isso quer dizer. Para essas pessoas, &eacute; mais f&aacute;cil julgar do que entender.<br>Ali&aacute;s, feminismo n&atilde;o! Feminismos, porque as mulheres s&atilde;o plurais!<br>Pensando no futuro, a sociedade toda (incluindo os homens) tem caminho dif&iacute;cil at&eacute; acontecer uma sociedade justa. <br>Ser mulher para mim hoje &eacute; ter consci&ecirc;ncia de classe, conhecer sua hist&oacute;ria, ter identidade cultural, &eacute; travar v&aacute;rias lutas cotidianamente para defender conquistas, ideias&hellip; vida.<br>Ser mulher no IFPE &eacute; uma conquista para mim, e creio que para todas as mulheres da minha fam&iacute;lia que foram privadas de estudar. <br>Acredito na educa&ccedil;&atilde;o, e uma casa de educa&ccedil;&atilde;o nos d&aacute; a oportunidade de dialogar sobre quest&otilde;es acerca do que &eacute; ser mulher, do que &eacute; ser mulher negra, mostrar diversas trajet&oacute;rias de vida de mulheres, questionar sobre o mundo.<br>Ser mulher no IFPE &eacute; luta e exige const&acirc;ncia!<br>Exige particular coragem e posicionamento pol&iacute;tico, para lutar a favor da educa&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica, de qualidade e de direito de todes, todas, todos!<br>Exige for&ccedil;a para exercitar a autenticidade, de sermos o que somos, com nossas viv&ecirc;ncias, nossa leitura de mundo, nossos questionamentos e a&ccedil;&otilde;es!<br>Exige ousadia para projetar a voz, de se fazer ouvir. Exige muitas vezes dizer o que nem todos gostam de ouvir.<br>Ser mulher e docente no IFPE &eacute; lutar diariamente contra preconceitos, machismo, racismo&hellip; j&aacute; que uma escola &eacute; reflexo da sociedade. <br>&Eacute; oportunidade de aprender, de conhecer gentes e culturas diferentes, de fazer amigos, enfim&hellip; de exercitar a fragilidade e a for&ccedil;a, de chorar, de rir e de chorar de rir!&rdquo;<\/p>\n<p style=\"text-align: right; \"><b>JAQUELINE ALVES<br><\/b><i>Indaiatuba-SP<br><\/i><i>Docente no IFPE entre 05\/11\/2015 e 17\/08\/2020<\/i><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&ldquo;Ser mulher n&atilde;o &eacute; uma tarefa f&aacute;cil, mas divina.<\/p>\n<p>Apesar das v&aacute;rias atitudes machistas de alguns, n&atilde;o vejo dificuldades diante de nossos direitos.&rdquo;<\/p>\n<p style=\"text-align: right; \"><b>KELLY J<\/b>&nbsp;<b>EAN TEN&Oacute;RIO PRYSTHON<br><\/b><i>Barreiros-PE<br><\/i><i>T&eacute;cnica, ingressou no IFPE em 02\/02\/1995<\/i>&nbsp;&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<\/p>\n<p><b>&nbsp;<\/b><\/p>\n<p><b>&nbsp;<\/b><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&ldquo;Ser mulher hoje &eacute; sin&ocirc;nimo de luta, coragem e perseveran&ccedil;a. Cada vez mais as mulheres t&ecirc;m assumido os mais diferentes cargos, mostrando que temos uma for&ccedil;a muito grande que nos faz superar os desafios que a vida traz e seguirmos lutando, permanentemente, por respeito e igualdade. <br>No IFPE somos respeitadas, trabalhamos com compet&ecirc;ncia e somos espelhos para nossas alunas, incentivando-as a ir em busca de seus sonhos.&rdquo;<\/p>\n<p style=\"text-align: right; \"><b>LINDOMAR AVELINO SILVA<\/b><b><br><\/b><i>Umbuzeiro-PB<br><\/i><i>Docente, ingressou no IFPE em 25\/02\/2019<\/i><\/p>\n<p><b>&nbsp;<\/b><\/p>\n<p><b>&nbsp;<\/b><\/p>\n<p>&ldquo;Embora chegamos ao s&eacute;culo XXI, n&atilde;o avan&ccedil;amos tanto quanto desejamos nas conquistas femininas. E ser mulher hoje em dia ainda &eacute; um grande desafio: principalmente no que diz respeito &agrave; ocupa&ccedil;&atilde;o de espa&ccedil;os que ainda s&atilde;o territ&oacute;rios masculinos, como a pol&iacute;tica, por exemplo, mas as mulheres seguem resistindo e lutando, e isto &eacute; o mais importante. Sim, &eacute; necess&aacute;rio tamb&eacute;m um maior engajamento de maior combate &agrave; viol&ecirc;ncia, aos baixos sal&aacute;rios, ao machismo e muitos outros aspectos do viver feminino.<br>Ser mulher nesta institui&ccedil;&atilde;o &eacute; algo desafiador, mas algo que traz um significado importante em nossa vida, pois trabalhamos com jovens e seu desenvolvimento intelectual e profissional.&rdquo;<\/p>\n<p style=\"text-align: right; \"><b>MAGDA LUIZA DE SANTANA MIRANDA<br><\/b><i>Recife-PE<br><\/i><i>Docente no IFPE entre 02\/07\/2018 e 03\/07\/2020<\/i><\/p>\n<p><b>&nbsp;<\/b><\/p>\n<p><b>&nbsp;<\/b>&nbsp;<\/p>\n<p>&ldquo;Ser mulher hoje em dia &eacute; ter liberdade de escolha, &eacute; poder ser independente financeiramente, &eacute; poder lutar e conquistar&nbsp;seus anseios. Por&eacute;m, &eacute; tamb&eacute;m ter medo de andar sozinha devido ao ass&eacute;dio e &agrave; viol&ecirc;ncia contra o &lsquo;sexo fr&aacute;gil&rsquo;. <br>Ser mulher no IFPE &eacute; ter igualdade de oportunidades, &eacute; ser respeitada e valorizada.&rdquo;<\/p>\n<p style=\"text-align: right; \"><b>MARIA DAYANA LOPES DE OLIVEIRA<br><\/b><i>Barreiros-PE<br><\/i><i>T&eacute;cnica, ingressou no IFPE em 25\/02\/2014<\/i>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&ldquo;Ser mulher &eacute; ter coragem, determina&ccedil;&atilde;o, sabedoria e intelig&ecirc;ncia para enfrentar os desafios do cotidiano. &Eacute; ter foco nos objetivos e ter a convic&ccedil;&atilde;o de que mulher &eacute; capaz de conquistar o espa&ccedil;o que deseja.<br>&Eacute; sentir-se respeitada e valorizada pela capacidade que temos de encantar vidas e deixar-se encantar.&rdquo;<\/p>\n<p style=\"text-align: right; \"><b>MARINEIDE CAVALCANTI ARRUDA<br><\/b><i>Cumaru-PE<br><\/i><i>Docente, ingressou no IFPE em 05\/07\/2005<\/i><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&ldquo;Considero que ser mulher hoje &eacute; relativamente mais f&aacute;cil do que j&aacute; foi um dia. Gra&ccedil;as &agrave; coragem e &agrave; determina&ccedil;&atilde;o de grandes personalidades femininas que me antecederam, hoje me sinto forte para determinar os rumos da minha vida, em todos os aspectos. Mas, apesar de termos avan&ccedil;ado tanto na conquista de nossos direitos, muito ainda h&aacute; de ser conquistado&hellip;; muitas mulheres ainda s&atilde;o mortas todos os dias pelo simples fato de serem mulheres, ainda recebemos menos mesmo exercendo a mesma fun&ccedil;&atilde;o que homens, ainda temos o nosso corpo sob tutela do Estado, que nos diz quando devemos ou n&atilde;o abortar&hellip; entre outras situa&ccedil;&otilde;es que nos arrancam direitos e nos desrespeitam. O que foi conquistado deve ser comemorado, sim, mas sem esquecer que a luta por igualdade de direitos continua.<\/p>\n<p>O IFPE &eacute; uma casa que me acolheu da melhor forma, sempre respeitando todos os meus direitos enquanto mulher e incentivando a amplia&ccedil;&atilde;o de meus conhecimentos. Entretanto, dentro da Institui&ccedil;&atilde;o j&aacute; me deparei com colegas que, sempre em tom de &ldquo;brincadeiras&rdquo;, exp&otilde;em pensamentos e atitudes extremamente machistas e desrespeitosas. Considero que n&oacute;s, servidoras e alunas, n&atilde;o devemos nos intimidar diante de tais atitudes e ainda incentivar e ajudar nossos colegas e alunos no processo de desconstru&ccedil;&atilde;o de pensamentos t&atilde;o retr&oacute;grados.&rdquo;<\/p>\n<p style=\"text-align: right; \"><b>MARTA PRISCILLA VASCONCELOS DE ALMEIDA<br><\/b><i>Barreiros-PE<br><\/i><i>T&eacute;cnica, ingressou no IFPE em 11\/09\/2017<\/i><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&ldquo;Ser mulher, hoje e sempre, &eacute; lutar diariamente por igualdade e respeito.<\/p>\n<p>Ser mulher no IFPE &eacute; poder trabalhar em um ambiente onde existe o respeito, a valoriza&ccedil;&atilde;o do nosso trabalho e a igualdade de direitos.&rdquo;<\/p>\n<p style=\"text-align: right; \"><b>MICHELINE M&Ocirc;NICA DE OLIVEIRA BRITO<br><\/b><i>Barreiros-PE<br><\/i><i>T&eacute;cnica, ingressou no IFPE em 05\/08\/2010<\/i><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&ldquo;O que &eacute; ser mulher no Brasil? <br>Nossa! Essa &eacute; uma pergunta de tirar o f&ocirc;lego, porque uma avalanche de informa&ccedil;&otilde;es, dados, hist&oacute;rias e confiss&otilde;es de amigas sinalizam o quanto ser mulher no Brasil &eacute; sentir medo e lutar cotidianamente por RESPEITO!<br>H&aacute; mais de 70 anos Simone de Beauvoir, interessada em entender a origem da desigualdade entre homens e mulheres, escreveu que uma mulher n&atilde;o nasce mulher, mas torna-se mulher. Ela entendia como esse processo transcorria sobre a &eacute;gide da opress&atilde;o, do controle do corpo, do patriarcado e de como o &ldquo;ser mulher&rdquo; era (&eacute;) uma concess&atilde;o cultural moldada e permitida pelos homens e precisava ser desconstru&iacute;da.<br>O reconhecimento desses limites culturais impostos fez com que as mulheres percebessem o dom&iacute;nio ao qual estavam submetidas, mas, principalmente, deixou claro como as mudan&ccedil;as necess&aacute;rias ao desenvolvimento da plenitude e autonomia feminina adviriam de um processo constante de luta e resist&ecirc;ncia. As lutas travadas pelas primeiras feministas trouxeram importantes vit&oacute;rias e abriram debates imprescind&iacute;veis para a reflex&atilde;o feminina e o empoderamento, mas essas conquistas n&atilde;o s&atilde;o estanques e cristalizadas, ao contr&aacute;rio, s&atilde;o amea&ccedil;adas e atingidas paulatinamente. Por isso, exigem de n&oacute;s criticidade, informa&ccedil;&atilde;o e consci&ecirc;ncia sobre os artif&iacute;cios opressores constantemente manipulados na esfera social contra o g&ecirc;nero feminino.<br>Ent&atilde;o &ldquo;ser mulher&rdquo; consciente no Brasil &eacute; saber que temos a quinta maior taxa de feminic&iacute;dio do mundo. &Eacute; reconhecer a misoginia, o sexismo e o machismo infiltrado em todos os espa&ccedil;os (seja p&uacute;blico ou privado) por vivermos em uma sociedade patriarcal. Inclusive, saber que, na sociedade brasileira, 55,5% da popula&ccedil;&atilde;o &eacute; constitu&iacute;da por mulheres, ou seja, mais de cem milh&otilde;es de pessoas, mas elegemos representantes pol&iacute;ticos mis&oacute;ginos, sexistas e machistas. Temos pouqu&iacute;ssima representatividade pol&iacute;tica, consequentemente, nossas pol&iacute;ticas p&uacute;blicas s&atilde;o deficientes e omissas &agrave;s necessidades femininas.<br>Ser mulher no Brasil &eacute; ouvir m&uacute;sicas pejorativas que objetificam o corpo feminino, reduzindo-nos a &oacute;rg&atilde;os sexuais. &Eacute;, por outro lado, relembrar de que somos v&iacute;timas de viol&ecirc;ncia (f&iacute;sica, psicol&oacute;gica, sexual, patrimonial, institucional) relacionada simplesmente ao fato de que n&atilde;o somos livres para rejeitar uma rela&ccedil;&atilde;o abusiva. Ser mulher no Brasil &eacute; enfrentar desrespeito e viola&ccedil;&atilde;o de nosso corpo, seja em transportes coletivos ou durante festas, como o carnaval, no qual temos que ser vigilantes o tempo inteiro para garantir a integridade.<br>Ser mulher no Brasil &eacute; viver em uma sociedade que endossa a fragmenta&ccedil;&atilde;o e concorr&ecirc;ncia entre as pr&oacute;prias mulheres como estrat&eacute;gia de enfraquecimento e deprecia&ccedil;&atilde;o do feminismo, resultando em maior controle e na desconstru&ccedil;&atilde;o das bandeiras de luta.<br>Por essas e outras coisas &ldquo;ser mulher&rdquo; no Brasil &eacute; ter que ser FEMINISTA, porque significa lutar e resistir sempre! Sejamos todas e todos feministas!!!!! <br>Sinto-me privilegiada por trabalhar em uma Institui&ccedil;&atilde;o P&uacute;blica de Ensino na qual sou concursada, fato que garante uma situa&ccedil;&atilde;o de equidade salarial. Embora ainda escute brincadeiras e piadas machistas, e tenhamos pouca representatividade feminina na ocupa&ccedil;&atilde;o de cargos.<br>Entre os colegas docentes e t&eacute;cnicos mais pr&oacute;ximos, tenho recebido solidariedade na execu&ccedil;&atilde;o de projetos e atividades educacionais que geram um clima organizacional respeitoso e saud&aacute;vel. A consequ&ecirc;ncia disso vem em forma de entusiasmo e desejo em realizar mais a&ccedil;&otilde;es em parceria. Al&eacute;m disso, sinto-me interessada em produzir situa&ccedil;&otilde;es pedag&oacute;gicas que nos ponham em di&aacute;logo com as barreiras culturais e dilemas de nossa sociedade patriarcal e machista, e, no ensejo de tais situa&ccedil;&otilde;es, poder ajudar na constru&ccedil;&atilde;o de masculinidades menos t&oacute;xicas e opressoras. Sei o quanto nossas\/os educandas\/os observam as pr&aacute;ticas docentes e as podem tomar como exemplo. Por isso, sou grata aos homens que t&ecirc;m procurado a desconstru&ccedil;&atilde;o do machismo e exercitam a empatia em suas tomadas de decis&otilde;es.<br>Al&eacute;m disso, muitas vezes, entre n&oacute;s mulheres, ainda nos falta exercitar a sororidade e empatia para reconhecer as situa&ccedil;&otilde;es desiguais existentes no ambiente de trabalho.<br>Acredito, no entanto, que estando em uma casa de educa&ccedil;&atilde;o poderemos tanto construir como vivenciar situa&ccedil;&otilde;es pedag&oacute;gicas capazes de despertar a criticidade, e, desse modo, operar mudan&ccedil;as necess&aacute;rias para um ambiente menos machista. Como educadora, tenho esperan&ccedil;a!&rdquo;<\/p>\n<p style=\"text-align: right; \"><b>N&Uacute;BIA MICHELLA CLEMENTINO DA SILVA<br><\/b><i>Macei&oacute;-AL<br><\/i><i>Docente, ingressou no IFPE em 01\/10\/2014<\/i><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&ldquo;Muito melhor que h&aacute; dez anos atr&aacute;s!<br>A mulher conseguiu uma liberdade e reconhecimentos muito grandes, apesar de ainda lidarmos com altos &iacute;ndices de viol&ecirc;ncia contra as mulheres.<br>Satisfat&oacute;rio, pois n&atilde;o percebo nenhum tipo de preconceito contra a mulher, inclusive temos v&aacute;rias mulheres exercendo cargos de notoriedade e compet&ecirc;ncia no IFPE. Nossa atual reitoria &eacute; exercida por uma mulher. Por&eacute;m, ainda prevalece muita pol&iacute;tica dentro do Instituto.&rdquo;<\/p>\n<p style=\"text-align: right; \"><b>ROS&Acirc;NGELA MARIA DE MELO GALV&Atilde;O<br><\/b><i>Barreiros-PE<br><\/i><i>T&eacute;cnica, ingressou no IFPE em 02\/01\/1995<\/i><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&ldquo;Ser mulher hoje em dia &eacute; mais dif&iacute;cil por causa do preconceito. Os homens querem mandar e acham que somos objetos deles.<br>Ser mulher no IFPE &eacute; uma maravilha, n&atilde;o tenho do que reclamar.&rdquo;<\/p>\n<p><b>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;ROZ&Acirc;NIA DE ALMEIDA LIMA<br><\/b><i><b>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;<\/b>Barreiros-PE<br><\/i><i><b>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <\/b>Colaboradora no IFPE desde 2011<\/i><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&ldquo;Sei que hoje em dia existem dificuldades para muitas mulheres, que ainda n&atilde;o reconhecem seus valores, e ainda sofrem por n&atilde;o ter conseguido o seu espa&ccedil;o na sociedade. Acho que, hoje em dia, est&aacute; mais f&aacute;cil &ldquo;ser mulher&rdquo;, pois os valores existem e os espa&ccedil;os para n&oacute;s existem tamb&eacute;m, basta, apenas, reconhecer e conquistar por parte de cada uma.<br>Ser mulher no IFPE para mim &eacute; muito bom, me sinto valorizada, primeiro por ter conquistado esse espa&ccedil;o que hoje ocupo, numa Institui&ccedil;&atilde;o Federal de Educa&ccedil;&atilde;o. Me sinto orgulhosa por trabalhar aqui, reconhecendo meus direitos e deveres, me sinto respeitada tanto pela sociedade interna como externa ao IFPE tamb&eacute;m.&rdquo;<\/p>\n<p style=\"text-align: right; \"><b>SUELENE ROCHA PEREIRA<br><\/b><i>Barreiros-PE<br><\/i><i>T&eacute;cnica, ingressou no IFPE em 02\/08\/2010<\/i><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&ldquo;&Eacute; ser forte, e saber lidar com os desafios do dia a dia! &Eacute; ser durona, mas tamb&eacute;m amorosa nos momentos especiais. &Eacute; respeitar e ser respeitada. &Eacute; ser independente e lutar pelos seus ideais. &Eacute; me sentir realizada e feliz sendo m&atilde;e, filha, esposa, agr&ocirc;noma, professora, pesquisadora&hellip;&rdquo;<\/p>\n<p style=\"text-align: right; \"><b>TATIELY GOMES BERNARDES<br><\/b><i>Goi&acirc;nia-GO<br><\/i><i>Docente, ingressou no IFPE em 12\/01\/2012<\/i><\/p>\n<p style=\"text-align: right; \"><i><br><\/i><\/p>\n<\/div>\n<div class=\"WordSection2\">\n<p><b>&nbsp;<\/b><\/p>\n<p>&ldquo;Em outras &eacute;pocas nosso lugar no mundo era devidamente demarcado pelos homens, que definiam onde, quando e como ser mulher. Contudo, o esp&iacute;rito livre e insatisfeito que vive dentro de n&oacute;s n&atilde;o nos permitiu ficar acomodadas. Fomos &agrave; luta e, hoje em dia, n&oacute;s mulheres conquistamos nosso espa&ccedil;o na sociedade.&rdquo;<\/p>\n<p style=\"text-align: right; \"><b>TEREZA MARIA DA SILVA CRUZ<br><\/b><em>Barreiros-PE<\/em><br><em>T&eacute;cnica, ingressou no IFPE em 30\/10\/198<\/em>5<\/p>\n<p style=\"text-align: right; \">&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<p><b>&ldquo;<\/b>&Eacute; saber que precisamos, diariamente, enfrentar o medo da viol&ecirc;ncia a qual estamos sujeitas.<br>Trabalhar no IFPE, assim como geralmente ocorre na Educa&ccedil;&atilde;o, &eacute; um espa&ccedil;o que me proporciona a oportunidade de ter o mesmo sal&aacute;rio, sem diferenciar por g&ecirc;nero.&rdquo;<\/p>\n<p style=\"text-align: right; \"><b>VER&Ocirc;NICA MARIA DO NASCIMENTO<br><\/b><em>Lagoa de Itaenga-PE<\/em><br><em>Docente, ingressou no IFPE em 15\/08\/2018<\/em><\/p>\n<div><em><br><\/em><\/div>\n<p><strong><br><\/strong><\/p>\n<p><strong><br><\/strong><\/p>\n<\/div>\n<div class=\"gallery\"><img 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