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Campus Afogados é selecionado e receberá laboratório IFMaker

Resultado final da seleção nacional foi divulgado nesta sexta (11)
por publicado: 11/09/2020 16h35 última modificação: 11/09/2020 16h35

A Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec), do Ministério da Educação, divulgou nesta sexta-feira (11) o resultado do edital de seleção nº 35/2020 de apoio à criação dos Laboratórios IFMaker na Rede Federal de Educação Profissional Científica e Tecnológica (Rede Federal).

Após uma vencer uma seleção interna do IFPE por regiões, o Campus Afogados da Ingazeira, que integra a Região 3, abrangendo ainda os Campi Belo Jardim, Caruaru, Garanhuns e Pesqueira, participou de um processo de seleção nacional e teve o seu projeto contemplado. O IFPE Afogados ocupou a 24ª posição em um ranking com 74 instituições da Rede Federal de Educação.

O investimento busca promover o desenvolvimento da Cultura Learning by Doing (do inglês, aprender fazendo), com o uso da aprendizagem baseada em projetos e sobre como ela pode ser utilizada nos espaços formativos do Instituto como suporte ao processo de ensino-aprendizagem de todas as áreas do conhecimento, contribuindo para o protagonismo dos estudantes no processo.

De acordo com o edital, serão investidos recursos no valor de R$ 82.800,00 para aquisição de equipamentos para a montagem do Lab IF Maker, que tem previsão de instalação até dezembro de 2020 e, na Fase II, em 2021, o foco será na ampliação dos laboratórios já instalados e em funcionamento.

 Entre os equipamentos a serem adquiridos estão canetas 3D, scanners e impressoras 3D, notebooks, smartTVs e kits de robótica.

Andrea Dacal, Diretora de Ensino, fala sobre o significado dessa conquista para o Campus : “A nossa proposta para implementação do Fab Lab, ‘Pelas mãos do Pajeú: O sertão é maker’, se embasa na possibilidade de oferta de espaço criativo para o desenvolvimento da cultura de aprendizado por meio da prática, estruturando no Campus a perspectiva multidisciplinar de abordagem dos conteúdos além de disseminar a cultura do ‘faça você mesmo’ no espaço acadêmico”, explica a diretora.

“Outro destaque se baseia na própria concepção dos Fab Labs, uma vez que o compartilhamento de experiências exitosas se faz presente, facilitando assim o tráfego de diversos sujeitos e possibilidades que poderão chegar efetivamente na região do Sertão do Pajeú e contribuir para que projetos de relevância para a comunidade sejam realizados”, complementou.

A gestora comenta ainda que essa conquista só foi possível graças à equipe de servidores que se debruçou para que se pudesse elaborar um projeto robusto e competitivo à nível nacional, trazendo para o Pajeú a possibilidade de estruturar um laboratório que contemple o acesso às ferramentas que contribuem para o desenvolvimento educacional, tecnológico e consequentemente social da região.