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Mostra: Extensionistas apresentam resultados parciais de projetos

Exposições ocorreram duranta a IV Mostra de Extensão do IFPE. A edição do campus Caruaru aconteceu nesta quarta-feira (13) e apresentou 18 projetos.
publicado: 13/07/2016 19h21 última modificação: 13/07/2016 19h35

A Mostra de Extensão do IFPE chegou ao campus Caruaru nesta quarta-feira (13). Estudantes e servidores extensionistas apresentaram os resultados parciais de seus respectivos projetos para os avaliadores. As ações expostas fazem parte do Programa Institucional de Bolsas de Extensão (PIBEX) e foram aprovadas pelo Edital 01/2015. Para marcar o início dos trabalhos, integrantes do projeto Pés Descalços realizaram apresentações culturais envolvendo a arte da dança.

Durante a abertura, o professor Victor Wanderley, pró-reitor de Extensão, afirmou que “a Mostra proporciona uma troca de experiências fundamental para as ações de extensão”. Wanderley ainda destacou a importância de levar para a comunidade externa o conhecimento produzido pelo Instituto, além de ouvir as necessidades da mesma no sentido de promover ações para o benefício social. 

Além do pró-reitor, a mesa de honra também foi composta por Rúbia Andrade, responsável pela Divisão de Extensão; Elaine Rocha, Diretora-Geral; e Raphael Banks, Diretora de Ensino. A professora Rúbia Andrade aproveitou a ocasião para estimular os alunos que ainda não estão envolvidos com atividades de extensão, a trazer para o campus sugestões de iniciativas voltadas para a comunidade. 

Estudantes bolsistas e voluntários somaram 18 projetos de extensão em Caruaru. Os trabalhos abordaram as seguintes áreas: Tecnologia e Trabalho; Cultura, Cidadania e Esporte; Educação e Formação Continuada, Saúde e Meio Ambiente; e Comunicação e Direitos Humanos.

Reaproveitamento - O primeiro projeto apresentado defendeu a reutilização das embalagens de cimento portland. As bolsistas Talita Silva e Maria Bruna Chagas explicaram que o saco de cimento não sofre processo de branqueamento e possui uma alta resistência, fatores que tornam o material ideal par ser reciclado várias vezes. As estudantes alertaram que o problema maior não é a embalagem em si, que demora de 3 a 6 meses para se decompor, mas o resíduo de cimento que vai com ela. O projeto propõe uma logística reversa junto às fábricas de cimento, distribuidoras e construtoras, apresentando, através de palestras e debates, as vantagens de reaproveitar esse material. 

Agricultura Familiar – Jane Almeida e Nilton Pontes trouxeram a Energia Eólica como proposta de fonte de energia para sistemas de irrigação. A aparelhagem de baixo custo desenvolvida pelos alunos tem como alvo a agricultura familiar do Agreste pernambucano. Protótipos de turbinas foram montados para teste e identificação do melhor material a ser adotado. Antes de ser apresentado aos agricultores, o sistema será instalado no campus, para observação de seu desempenho.

Desperdício zero - Restaurantes do Alto do Moura conheceram um novo destino para os óleos usados em frituras: a produção do biodiesel. Os estudantes Marcelo Valois e Caio Menezes consultaram a Compesa para conhecer o impacto no esgotamento sanitário e no sistema de encanamentos que o descarte irregular desse material pode causar. Os alunos do campus Caruaru querem promover uma conscientização dos donos de estabelecimentos a respeito da possibilidade de transformar óleos residuais em combustível. O Projeto Biodiesel traz essa proposta. Todo o processo de fabricação é realizado em Laboratório de Química.