{"id":322,"date":"2021-06-29T13:55:00","date_gmt":"2021-06-29T16:55:00","guid":{"rendered":"https:\/\/portal.ifpe.edu.br\/olinda\/noticias\/musicoterapia-reduz-sofrimento-psiquico-de-pessoas-com-transtornos-mentais\/"},"modified":"2021-06-29T13:55:00","modified_gmt":"2021-06-29T16:55:00","slug":"musicoterapia-reduz-sofrimento-psiquico-de-pessoas-com-transtornos-mentais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/portal.ifpe.edu.br\/olinda\/noticias\/musicoterapia-reduz-sofrimento-psiquico-de-pessoas-com-transtornos-mentais\/","title":{"rendered":"Musicoterapia reduz sofrimento ps\u00edquico de pessoas com transtornos mentais"},"content":{"rendered":"\n<div property=\"rnews:articleBody\">\n<p>Era mais uma visita ao Centro de Aten&ccedil;&atilde;o Psicossocial Nise da Silveira &ndash; CAPS, no bairro de Rio Doce, onde Fab&iacute;ola Martins, 43 anos, recebe tratamento para sua depress&atilde;o. Naquela quarta-feira do m&ecirc;s de abril de 2021, ela foi convidada para participar de um grupo de musicoterapia, projeto de extens&atilde;o do IFPE Olinda. Prontamente disse n&atilde;o. A resist&ecirc;ncia n&atilde;o era &agrave; toa. Fab&iacute;ola n&atilde;o gostava de contato com outras pessoas, preferia estar s&oacute;. Depois de algumas conversas, resolveu dar uma chance a mais um tipo de terapia, entre as tantas outras pelas quais j&aacute; tinha passado durante seis anos. &ldquo;N&atilde;o tinha nenhum interesse, mas digo a voc&ecirc;, foi uma das melhores coisas que j&aacute; fiz&rdquo;, garante.<\/p>\n<p><span><span>Durante tr&ecirc;s meses, Fab&iacute;ola, que n&atilde;o levantava pela manh&atilde; passou a acordar cedo para acompanhar as sess&otilde;es. A vontade de estar no grupo a ajudou, inclusive, a reduzir os rem&eacute;dios. &ldquo;A medica&ccedil;&atilde;o que tomo &eacute; muito forte e pela manh&atilde; estava sempre dormindo. Por causa da musicoterapia, deixei de tomar a medica&ccedil;&atilde;o da noite para poder acordar de manh&atilde;&rdquo;, comemora. Ela ainda lembra da primeira m&uacute;sica que cantou em grupo. &ldquo;&Eacute; preciso saber viver&rdquo;, escrita por Roberto Carlos e Erasmo Carlos e regravada por Tit&atilde;s, &eacute; cantarolada at&eacute; hoje, enquanto realiza uma ou outra atividade. &ldquo;Fiquei pensando que &eacute; preciso saber viver e eu n&atilde;o estava vivendo de forma correta. Essa m&uacute;sica me fez refletir bastante. Passei a gostar de cantar e associar as m&uacute;sicas trabalhadas no grupo com a minha vida&rdquo;, revela.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span><span>E foi assim que a m&uacute;sica deu novos olhares para Fab&iacute;ola, assim como aos demais usu&aacute;rios. Se antes n&atilde;o saia de casa, ela passou a cantar olhando nos olhos dos colegas e da equipe que a acompanha. &ldquo;Fui tratada como gente e n&atilde;o como doida&rdquo;, desabafa. Nas rodas formadas embaladas por m&uacute;sica, o importante n&atilde;o &eacute; aprender t&eacute;cnicas de m&uacute;sica ou tocar instrumento, mas desenvolver a percep&ccedil;&atilde;o de si, a percep&ccedil;&atilde;o do outro e do mundo, atrav&eacute;s de experi&ecirc;ncias musicais. Tudo realizado sob a supervis&atilde;o do coordenador do projeto e professor do IFPE Olinda, <span><span><span><span><span>Jos&eacute; Davison da Silva J&uacute;nior<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span>, da bolsista do projeto, Let&iacute;cia Melo, do colaborador externo e musicoterapeuta, Wellington Oliveira, al&eacute;m da equipe multidisciplinar que atua no CAPS.<img decoding=\"async\" alt=\"musicoterapia \" class=\"lazyload image-right\" title=\"musicoterapia \" data-sizes=\"auto\" data-src=\"https:\/\/www.ifpe.edu.br\/campus\/olinda\/noticias\/musicoterapia-reduz-sofrimento-psiquico-de-pessoas-com-transtornos-mentais\/musicoterapia-2\/@@images\/6064afb8-638d-4b27-a05e-f66859942530.jpeg\" loading=\"lazy\"><\/span><\/span><\/p>\n<p><span><span>Um desses integrantes que acompanhou o projeto de perto foi o farmac&ecirc;utico Diego Ramalho do Nascimento, t&eacute;cnico de refer&ecirc;ncia do CAPS. &ldquo;A gente observou pelos relatos dos usu&aacute;rios que eles chegavam angustiados. Com a inser&ccedil;&atilde;o da musicoterapia no aux&iacute;lio do tratamento, essa realidade mudou. O sofrimento e a ang&uacute;stia diminu&iacute;ram. Muitos, inclusive, passaram a incorporar pr&aacute;ticas e viv&ecirc;ncias de m&uacute;sicas para al&eacute;m do CAPS&rdquo;, relata.<\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span><span>A proposta do projeto &eacute; que a cada tr&ecirc;s meses sejam atendidos quinze usu&aacute;rios. &ldquo;Finalizamos o primeiro grupo e foi poss&iacute;vel perceber resultados positivos. Foram trabalhadas as fun&ccedil;&otilde;es ps&iacute;quicas, como a aten&ccedil;&atilde;o, orienta&ccedil;&atilde;o, sensopercep&ccedil;&atilde;o, mem&oacute;ria, afetividade, vontade, psicomotricidade, pensamento e linguagem atrav&eacute;s das experi&ecirc;ncias musicais de improvisa&ccedil;&atilde;o e recria&ccedil;&atilde;o. Os usu&aacute;rios puderam se expressar atrav&eacute;s do fazer musical, compartilhar sentimentos e pensamentos. Tudo isso contribuiu para ajudar no melhor funcionamento fora do contexto terap&ecirc;utico&rdquo;, explica o coordenador do projeto, Davison.<\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span><span>E ajudou mesmo. Quem garante o esposo de A.T.S., Dival Pereira. O vigilante percebeu que a mulher ficou mais animada e menos angustiada. &ldquo;Foi uma evolu&ccedil;&atilde;o para melhor. Ela tem problemas com suic&iacute;dio. J&aacute; tentou tirar a vida v&aacute;rias vezes. J&aacute; cortou pulsos, garganta, seios. Ela tem uma bipolaridade alta e uma depress&atilde;o profunda. Agora, ela fica com o celular ligado direto tocando as m&uacute;sicas, cantando e dan&ccedil;ando. At&eacute; j&aacute; voltou a se exercitar na academia&rdquo;, celebra.<\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span><span>A.T.S. que tamb&eacute;m n&atilde;o saia de casa contava as horas para participar das sess&otilde;es de musicoterapia. &ldquo;A m&uacute;sica acalmava. Saia de l&aacute; tranquila e alegre. Naqueles momentos, esquecia de tudo. A mente ficava vazia. Em vez de vozes me incentivando a fazer besteira, passei a ouvir m&uacute;sica. Foi bom n&atilde;o s&oacute; para mim, mas para todos. Foi uma tristeza quando terminou. Muita gente chorou&rdquo;, lamenta.<\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span><span><img decoding=\"async\" alt=\"musicoterapia\" class=\"lazyload image-left\" title=\"musicoterapia\" data-sizes=\"auto\" data-src=\"https:\/\/www.ifpe.edu.br\/campus\/olinda\/noticias\/musicoterapia-reduz-sofrimento-psiquico-de-pessoas-com-transtornos-mentais\/musicoterapia-1\/@@images\/eeb4057b-dddc-4327-8240-b01af8b45757.jpeg\" loading=\"lazy\">O fim do grupo, t&atilde;o lamentado, &eacute; para dar oportunidade a outros usu&aacute;rios. &ldquo;No tratamento de pessoas com transtorno mental &eacute; importante observar tr&ecirc;s aspectos, principalmente: o tratamento farmacol&oacute;gico, ou seja, os medicamentos; o tratamento n&atilde;o farmacol&oacute;gico, no caso, a Musicoterapia; e o suporte social, ou seja, o apoio da fam&iacute;lia. Por isso, pretendemos visitar os familiares dos usu&aacute;rios e organizar um Grupo de Musicoterapia com seus familiares, para que possamos incentivar o apoio dessas fam&iacute;lias&rdquo;, esclarece o professor Davison.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span><span>O benef&iacute;cio n&atilde;o &eacute; s&oacute; para os usu&aacute;rios. O coordenador do projeto se sente realizado por auxiliar as pessoas em sofrimento ps&iacute;quico a minimizar um pouco sua situa&ccedil;&atilde;o, especialmente nesse per&iacute;odo de pandemia que vivemos. &ldquo;&Eacute; muito gratificante o retorno positivo feitos pelos usu&aacute;rios, de melhora no humor, motiva&ccedil;&atilde;o para continuar, sentimento de acolhimento e pertencimento, contribuindo com um melhor funcionamento na vida cotidiana&rdquo;, comemora. O pr&oacute;ximo grupo a ser atendido ter&aacute; in&iacute;cio a partir de julho. O objetivo continua o mesmo. Levar a musicoterapia, uma interven&ccedil;&atilde;o n&atilde;o farmacol&oacute;gica de baixo custo, para promover o bem-estar e melhorar a qualidade de vida de pessoas com transtorno mental.<\/span><\/span><\/p>\n<\/div>\n<div class=\"gallery\"><img class=\"lazyload img-galeria hidden\" data-sizes=\"auto\" data-src=\"https:\/\/portal.ifpe.edu.br\/wp-content\/uploads\/repositoriolegado\/olinda\/imagens\/50b3570d-0ccb-4b6f-92ad-2f19477d3bb2.jpeg\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\"><img class=\"lazyload img-galeria hidden\" data-sizes=\"auto\" data-src=\"https:\/\/portal.ifpe.edu.br\/wp-content\/uploads\/repositoriolegado\/olinda\/imagens\/f957d0b8-d018-4472-aa87-cefc170380c0.jpeg\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\"><\/div>\n\n\n    <ul class=\"crunchify-social\">\n        <li class=\"crunchify-social__item crunchify-social__item--first\"><span class=\"sr-only\">Compartilhar conte&uacute;do:<\/span><\/li>\n        <li class=\"crunchify-social__item\">\n            <a class=\"btn 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